sábado, 1 de junho de 2013
Só Gargalhadas
Anedotas
segunda-feira, 20 de maio de 2013
História
Diana faz uma birra
Estava
um dia lindo. O sol brilhiava muito no alto do ceu.
Diana
estava super feliz, porque ia com os pais visitar a avó que vivia no campo.
Sairam de casa, entraram no carro e partem para a casa da avó.
-
Ja chegamos? – Perguntou a diana, inquieta com a demora.
-
Ainda não querida. – Responde-lhe a mãe.
Diana
olhou para a janela e começou a contar as arvores que passavam.
-
E agora, ja chegamos?
-
Ainda não, mas não falta muito. – Disse-lhe desta vez o pai que ia a conduzir o
carro.
Chegaram
a quinta e quando o pai estacionou o carro, diana saiu do carro e fói a correr
para abraçar a avó que esperava por eles a beira da porta.
-
Que saudades que tinha desse abraço da minha netinha. – Exclamou a avó sorrindo
enquanto fazia festinha na cabeça da Diana. – Olha como ela está tão crescida?!
Diana
sentiu-se vaidosa com o comentário e sorriu alegremente para a avó.
-
Diana vem pegar a tua boneca, filha. – Gritou-lhe a mãe a tirar os sacos do
carro com a ajuda do pai.
-
Vamos ajudar os pais com os sacos? – Perguntou-lhe avó a olhar para ela, mas
Diana recusou logo com a cabeça e em vez de ir ajudar os pais, passou pela avó
e entrou em casa e foi brincar no quintal.
-
Miau, miau, miau, ...
Diana olhou a volta um pouco assustada com o
barrulho. Interrogou-se de que animal seria aquele barrulho. Então começou a
procurar pelo quintal até que encontrou num cantinho em cima da manta, um gato
a amamentar três gatinhos bebés.
Cada
um de cor deferente e cada um mais lindo que o outro. Diana sentou-se perto
deles e ficou a observa-los com os olhos bem abertos.
Quando
viu que um dos gatinhos ia ter com ela, Diana estendeu o braço e chamou:
-
Vem gatinho branco...vem para mim.
O
gatinho branco gatinhou até a Diana e rosnou encostando a cabeça na mão dela.
Diana
pegou no gatinho, carregou-o ao colo e ficou a fazer festinha na cabeça do
pequeno gatinho.
-
Que fofinho! Vou chamar-te de Davi.
Vamos ser muito amigos, está bem?
Estava
tão contente com o seu novo amigo que não parou de brincar e não o largava nem por um segundo.
-
Miau, miau, miau... – Apareceu
a mãe gata entrando no quintal. Foi
para perto dos filhos e deitou-se para lhes amamentar.
Diana
reparou que a mãe gata não parava de olhar para ela e para o gatinho Davi
enquanto miava.
A
gata mãe miava porque sentia falta do seu filhote que Diana tinha no
seu colo e não o largava.
-
Oi filha! O que
estás a fazer? – Perguntou-lhe a mãe a
entrar no quintal com um vazo de planta.
-
Estou a brincar.
-
A brincar sozinha, meu amor?
Diana
virou-se para mãe com o gatinho branco em suas mãos e disse sorrindo.
-
Não. Estou a brincar com o meu novo amigo. Encontrei-o ali e chama-se Davi. Não
lindo, mãe?
A
mãe um pouco supreendida aproxima-se dela e olha para o pequeno gatinho.
-
É sim, filhota. É muito lindo e tão pequenino.
-
Ele pode ficar comigo, mãe? Posso levá-lo comigo para casa? – Perguntou Diana olhando para mãe com um
beicinho.
-
Ficar com o quê? – Pergunta o Pai entrando na cozinha um pouco curioso.
Diana
correu para junto do pai, sorrindo de alegria e mostrou-lhe o seu amigo.
-
Eu tenho um gato pai e vou levá-lo comigo para casa.
O
pai sorriu supreendido e olha para a mãe que também não sabia o que dizer.
-
Como assim, levá-lo para casa?
-
Sim pai! É o meu novo amigo e eu vou cuidar dele em casa quando levá-lo comigo.
– Insistiu a Diana com o sorriso de orelha a orelha.
O
pai e a mãe trocam mais um olhar constragido antes de olharem para a mãe gata que continuava
a olhar para o seu filhote nos braços da Diana.
-
Miau, miau, miauuuuu. – Miava a mãe gata muito desesperada por não ter
o seu filhote com ela.
-
Acho que o gatinho prefere ficar com a mãe e os irmãos, não achas pequenina? – Disse o pai.
Diana
olhou para a mãe gata e encolhe os ombros.
-
Não. Davi vai ficar comigo. Ele vai ficar comigo.
Diana
apertou o pobre gatinho no peito e olhou
para os pais.
A
mãe agachou-se ao pé dela e passou a mão ao de leve na seu cabelo.
-
Filhota, não podes ficar com o gatinho. Não vês como ele ainda é muito pequenino. Precisa da mãe
para crescer.
-
Não mãe! O Davi não precisa dela. Ele precisa é de mim. Só de mim e de mais
ninguém. – Gritou a Diana enquanto apertava o gatinho branco num abraço forte.
-
Que gritaria é essa, minha neta? O que se passa? – Perguntou a avó que parecia
muito preocupada.
O
pai e mãe colocaram-se de pé e olharam para
a avó.
-
Acho que temos aqui um grave problema. – Disse o pai indicando com o dedo para o gatinho no colo da Diana. – A nossa
filhota fez um novo amigo inseparaveis.
-
Oh não! Não pode ser? – Disse a avó num lamento.
-
O gatinho é meu e vou leva-lo comigo para casa. – Diana abraçou o gatinho e
saiu correndo do quintal.
-
Então e agora? – Perguntou a mãe.
-
Deixem comigo? Eu vou falar com ela, não se preocupem. – Disse a avó a sair do
quintal a procura da Diana. – Princesa? Onde estás? Anda falar com avó...
Pequenita!?
Procurou-a
por toda casa e por todo lado,
mas não a encontrou. Onde será que
a Diana se escondeu com o pobre gatinho?
-
Miau, miauuuuu... – Ouviu a avó de baixo da mesa.
A
avó sorriu e foi ver a netinha no seu esconderijo. Sentou-se na cadeira e espreitou de baixo da
mesa onde Diana estava sentada com o gatinho no colo e chorando
desesperadamente.
-
Estás aqui minha querida? Não chores... anda falar com a avó?
-
Não vou sair daqui. Vocês vão tirar o Davi de mim e eu não quero.
-
Isso não é verdade. É claro que podes ficar com o gatinho, mas antes tens que
saber como cuidar bem dele, mas não agora. – Disse a avó. – Anda cá que a avó explica-te
tudo, esta bem?
Diana
saiu de baixo da mesa com o gatinho carregado e foi sentar-se no colo da avó.
Reparou que os pais não estavam ali e olhou para gatinho fazendo-lhe festinhas carinhosos na cabeça.
-
Porquê que não posso levar o Davi comigo, avó? – Perguntou Diana. – A mãe gata
ficou lá com dois gatinhos e eu só quero ficar com Davi. Ela não vai dar falta
se eu for com o Davi.
A avó limpou-lhe as lágrimas da cara e sorriu
para ela.
-
Porque ele precisa da mãe, para alimentar e crescer para ficar forte como tu,
querida. Ele ainda é muito pequenino e se não ficar com a mãe e os irmãos, vai
ficar tão fraquinho e não vai conseguir crescer, percebes?
-
Eu posso alimentá-lo também, avó! Dou-lhe os meus cereais, leite que tenho lá
em casa.
-
Tenho a certeza de que ele ia gostar
muito de ir contigo, mas ele ainda não tem os dentinhos para comer e só o leite
da mãe gata o faz crescer. Não queres
que ele cresça e que fique forte como os gatinhos do desenho animado?
Diana
olhou de relance para o gatinho que lambia a sua mão
e acenou que sim com a cabeça.
-
Sim.
- Então vamos levá-lo para junto da
mãe gata? A vovó promete que assim que ele ficar tão grande e forte, ele vai
contigo para casa, está bem assim?
Diana diz que sim com a cabeça.
Foram para quintal. Diana colocou o
gatinho branco no chão junto da mãe gata e foi para perto da avó um pouco
triste.
Viu o seu amigo de pelo branquinho
a enfiar-se no
meio dos irmãos e ir amamentar-se
da mãe gata.
- Avó? Será que ele vai lembrar-se
de mim quando crescer? – Perguntou Diana a avó que
passava a mão pelo braço dela.
- Vai sim querida. Tenho a certeza de
que Davi nunca vai te esquecer
de uma amiga tão boa e que gosta tanto
dele.
Diana
sorriu mais animada, abraçou-se a avó e voltou a olhar para o seu amiguinho
peludo que lutava com os seus irmãos.
-
Miau! – Miou o gatinho branco olhando para ela, o que a deixou bastante feliz
porque percebeu que também o gatinho gostava tanto dele como ela dele.
fim
Escola Aberta
Uma semana de escola aberta. Quem diria. Foi melhor do que esperava. As crianças
divertiram, os meus colegas também não paravam de se divertir com as
crianças, os professores a ajudar no que era preciso e eu estava muita
entusiasmada com tudo aquilo.
Não
sei porquê, mas durante esses dias
senti-me completamente divergente.
Era como se voltasse a minha infância. Tive fazer muitas coisas que há
muito tempo não fazia, porque as pessoas iam pensar que eu era maluca da
cabeça. Joguei muito, diverti-me imenso com as crianças e não houve um minuto
que não parava
de rir e conviver com elas. Para minha surpresa de todos, era sobre o teatro. O meu
papel era fazer de gata e rato. No começo da apresentação,
fiquei bué nervosa, mas quando
reparei que as crianças estavam a se divertir libertei-me do medo e nervos e comecei a representar a grande.
Havia mais dois grupos que também apresentaram e foram fantásticas.
terça-feira, 14 de maio de 2013
terça-feira, 23 de abril de 2013
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